Arte e Som #13

Há algum tempo atrás, a Björk fez um concurso para que os fãs fizessem o vídeo da música Innocence. Houve somente um vencedor. Mas embora o clipe fosse o melhor entre os inscritos, havia muitos novos diretores no meio e porque não dar uma outra chance para alguns deles? E foi o que ela fez. Entre os inscritos elas selecionou três: Christoph Jantos de Berlim, Masahiro Mogari de Tóquio e Marçal Cuberta Junca de Girona. Elas gravou o vídeo da música Dull Flame of Desire com Antony Hegarty com um fundo verde e mandou para os diretores para eles criarem o que eles quisessem. Cada um pegou uma parte da música. Depois os resultados foram enviados de volta e editados para compor um clipe só.

A distinção entre os diretores é gritante, mas de alguma maneira o clima björkiano prevalece. Não sei definir se são três visões diferentes da música ou se são climas diferentes da música. É como se fosse mostrado a fantasia, a realidade e a escuridão. Bem, como sempre interpretações estão abertas e cada um pensa o que quer, né?

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