Ser ou não ser… solteiro

Hoje em dia com a diversidade e, principalmente a facilidade de conhecer novas pessoas a toda hora e todo o dia, fica uma questão no ar: é melhor ser solteiro ou não?

Para os românticos, ficar sozinho pode parecer um pesado fardo para carregar. Para os práticos, nada melhor como um time reserva. E para aqueles que just wanna have fun é um prato cheio de possibilidades.

Acredito que essa facilidade de conhecer pessoas novas faz com que coisas futéis ganhem importância no primeiro julgamento de uma pessoa. Se não gostou do corte de cabelo, existem outras pessoas com um corte de cabelo que agrade. Não gostou das pernas peludas, existem milhares de lisinhos por aí. Mas e quanto ao intelecto? Cabelos e pelos crescem e podem ser cortados, mas pode-se mudar um intelecto? O que importa mais? Alguém com quem pode-se passar horas conversando e trocando carícias ou alguém com que podemos transar romanticamente (ou loucamente), mas que não consegue manter um diálogo sobre interesses pessoais.

Bem, ultimamente, na minha opinião, a segunda opção é a mais comum. Mas ainda existem aqueles que querem amar uma pessoa somente para sempre ( ou pelo menos enquanto durar). Eu já passei pelas duas escolhas. Fico pensativo se não deixei minha alma gêmea escapar numa noitada de sexo somente, mas também já quebrei a cara tentando fazer um relacionamento dar certo e durar para sempre ( com direito a juras de amor e planos de morar juntos).

Temos medo de ficar sozinhos, mas ao mesmo tempo, temos medo de ficar presos. O amor não é uma prisão. E lá vamos nós com a minhas metáforas: amar alguém é como ter um gaiola e um passarinho. A situação mais comum é você alimentá-lo, cuidar, dar carinho, mas você nunca deixa a porta da gaiola aberta, pois ele foge.

Mas na verdade, acredito que as coisas funcionem dessa forma: você vai alimentá-lo, cuidar, dar carinho, mas vai deixar a porta da gaiola aberta. Se ele realmente gostar de você, apreciar seus cuidados, não tem porque ele fugir. E você sabe que ele não vai fugir. Se um dia, ele for embora. A tristeza é inevitável, mas foi a escolha dele.

Como dizem: que seja eterno enquanto dure.

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