Quem? Eu?

Nipônico fazendo upgrade para a versão 3.3.

Só mais um carinha tentando escrever e entender o que faz a vida ser vida. E como diz a P!nk: If God is a DJ. Life is a dancefloor. Love is the rhythm. (I am) the music.

A idéia inicial era fazer um blog onde sempre fosse listado cinco coisas, ou seja, tornar a vida mais simples sempre usando cinco dedos, no máximo, para escolher o que é essencial para a vida. Mas com o tempo descobri que o que é essencial não dá para contar em uma mão. O nome ficou. E acho super cool. Acho que aos poucos, vou conseguir contar as coisas mais essenciais em uma mão.

O Ed é meu apelido e o Cohen vem de Mark Cohen do musical Rent. Assim como o subtítulo do blog que é um verso da música La Vie Boheme que para ser perfeita teria que ser infinita (e continuo achando isso). Eu me identifico identificava muito com o personagem do Mark Cohen (na verdade, era somente a atração da visão romântica de um boêmio).

Eu adoro tudo (mas odeio algumas coisas) e estou sempre aberto a novidade, aliás, eu adoro novidades e coisas alternativas, mas também adoro o comercial e óbvio. It’s full circle, baby. Full circle.

Desde que eu me lembro eu adoro arte. Minha primeira lembrança era fazer murais nas paredes da minha casa, que deixava minha mãe louca porque ela tinha que ficar limpando até que ela desistiu, então a sala da minha casa tinha um mural de um metro e cinquenta desenhado por mim. Desenhava também em folhas de papel e eu adorava as aulas de educação artística.
Cresci e este lado artístico foi esquecido, afinal você acaba sendo cobrado em português, matemática e ciências. Matérias que também adorava.
No meio da faculdade, este lado artístico, que foi sufocado por um bom tempo começou a querer sair e libertei. Após 20 e poucos anos, voltei a fazer murais nas paredes de casa, mas agora com a curiosidade de saber o que estou fazendo, se alguém já tinha feito e por que fazer assim e não assado.
Fui presentado com vários amigos curiosos com a arte e seus processos, e foram muitas discussões intermináveis sobre arte e formas de expressão. E pretendo que essas discussões continuem por mais décadas antes de conseguir chegar a uma pré-conclusão do que é arte.

Pinto quadros, montei instalações, adoro escrever e compor músicas. Adoro experimentar e trocar as mídias para ver no que vai dar. Mas às vezes minhas idéias megalomaníacas acabam me frustrando e desencano de algumas até encontrá-las registradas num caderno e começar a ter outras idéias em cima dela.

And that’s how life goes on…

E, at least not last, eu acredito na liberdade de expressão.